A vitória de Barack Obama, por um placar mais expressivo do que o previsto, e apesar dos problemas da economia dos EUA, o credencia a não ser um "pato manco" nos próximos quatro anos. Mas o democrata mal terá tempo de comemorar, já que enormes desafios o aguardam. O mais grave, voltar ao campo de batalha com os republicanos - que lograram maioria na Câmara - para evitar que o país caia no "precipício fiscal" em 2013, fruto do não entendimento entre os dois partidos em pactuar um ajuste fiscal, que levou ao corte de gastos, a partir de janeiro, da ordem de US$ 600 bilhões (a questão é primordial, já que impacta a retomada do crescimento do PIB americano). Ainda há a montagem da equipe, o emprego, a queda de braço com a China (que também rearticula o comando central do PCC, o Partido Comunista, a partir de amanhã) por regras de comércio mais justo, a equalização do gigantesco déficit orçamentário, os insuperáveis conflitos com o mundo árabe, as promessas ainda não cumpridas do primeiro mandato, entre tantas outras... As dificuldades para a maior potência mundial são imensas, mas Obama é o homem certo no lugar certo e na hora também certa para equacioná-las.
Fonte: http://ht.ly/f7P4a
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Luciano