quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MAIS UMA VEZ O COMPANHEIRO SÃO PEDRO SALVA O ESTADO


·   Tecendo uma comparação do crescimento do PIB gaúcho podemos dizer que os 15% de crescimento deste segundo trimestre foi impulsionado pela base deprimida do segundo trimestre do ano passado -5,3.
·         Nota-se também que dos últimos 6 trimestre  3 tiveram resultados negativos.

2012
I
-1,2
II
-5,3
III
0,6
IV
-1,0
2013
I
2,6
II
15,0

·         Para o crescimento de 15% no trimestre de 2013 a economia contou com a força da agropecuária que cresceu 111,7%, também pudera, pois o segundo semestre do ano passado houve uma queda de 45,2% neste setor.
·         O resultado da agropecuária no ano passado foi péssimo dos 4 trimestre do ano 3 tiverem resultados negativos:
2012
I = -27,7%;
II = -45,2%;
III = 19,1% e
IV = -2,2%
·   A titulo de análise não podemos esquecer que ano passado o Rio Grande do Sul teve um desempenho econômico negativo de 1,83%.
·    Cabe lembrar que em 2012 o crescimento da economia brasileira foi medíocre, ficamos atrás de países como a África do Sul e México, crescemos apenas 0,9%, mesmo assim o desempenho da economia gaúcha ficou abaixo.
·         Para este ano a equipe técnica da Presidente Dilma já reduziu a previsão de crescimento do país.
·         Em dezembro de 2012 previa-se um crescimento de 4%, agora estão prevendo um desempenho de 2,5% e estão revendo a previsão de crescimento para 2014 de 4,5% para 4%.
·         A comparação do desempenho do Estado com o crescimento do Brasil é esdrúxulo. O Brasil é um país continental e heterogêneo em cultura e produção.
·         Mesmo aceitando esta comparação podemos notar que em determinados períodos o Brasil cresce mais que o RS e outros o inverso. Este ano vamos crescer mais, ano passado crescemos menos.
·        A volatilidade de nossa economia é explicada pelo desempenho do setor  da agropecuária.
·  Só teremos estabilidade no crescimento de nossa economia se realizarmos investimentos que minimizem os efeitos das estiagens – para isso é necessário mais investimento em irrigação e infraestrutura.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Existem 764 mil contas de depósitos judiciais - estão ameaçados de não receber seus valores".


A advertência feita pelo presidente da OAB-RS, Marcelo Bertoluci, é grave:
"Existem 764 mil contas de depósitos judiciais; em cada conta, poderá haver mais de um demandante, ou seja, mais de um milhão de gaúchos estão ameaçados de não receber seus valores".
O alerta foi feito diante do risco de que o saque de R$ 4,5 bilhões, feito pelo Estado, pode se tornar num alcance a fundo perdido, pois não existe previsão de reposição pelo Executivo, no futuro.
Após análise técnica, no dia 30 de agosto, o Conselho Pleno da OAB-RS, formado por 114 integrantes de todo o Estado, aprovou, por aclamação, o encaminhamento de ajuizamento de uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), para suspender a Lei Estadual nº 12.069/2004. Com amparo na norma, o Executivo Estadual sacou R$ 4,5 bilhões dos depósitos judiciais para o caixa único da administração.
No entendimento da OAB gaúcha, os recursos provenientes dos depósitos judiciais pertencem às partes, conforme previsto pela Lei Federal nº 11.429/06.
"Além disso, essa decisão unilateral do Estado, sem dialogar antecipadamente com a sociedade, coloca em risco, ainda, o recebimento de honorários por parte dos advogados que atuaram nos processos dos demandantes. Ou seja, tanto advogados quanto partes que depositaram valores em juízo estão ameaçados", advertiu Bertoluci.
O presidente da OAB-RS lembrou o papel constitucional da entidade, em defesa dos interesses da cidadania.
"Sempre buscamos alternativas para solucionar questões históricas do Estado. A Ordem tem atuado para a rediscussão da dívida com a União e por um novo pacto federativo. Mas, sabendo do agravamento da situação financeira, percebemos que é impossível que esses valores depositados em juízo por entes privados – pessoas físicas – um dia retornem" - declarou.
Fonte: http://www.espacovital.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

BRASIL RECUA QUATRO ANOS NO RANKING MUNDIAL DE COMPETITIVIDADE


Brasil caiu oito posições no ranking e voltou ao nível de 2009.
Estudo foi coordenado pela Fundação Dom Cabral com 148 países.


O Brasil perdeu oito posições no Ranking Global de Competitividade e voltou ao mesmo nível de 2009.
A safra de grãos foi recorde, mas é em direção ao porto que o produtor perde a competitividade conseguida na fazenda. O produtor Jayme Farinon disse que 10% da safra colhida esse ano foram usados para pagar o transporte, que está mais caro e mais demorado.
“O caminhão uma vez fazia daqui ao porto de Paranaguá em cerca de dois dias a dois dias e meio. Hoje, está levando de quatro a cinco dias uma viagem dessa. Nós não temos escoamento e isso vai prejudicando todas partes”, diz Farinon.
Um estudo coordenado pela Fundação Dom Cabral com 148 países diz que o pouco investimento em infraestrutura é um dos fatores que estão minando a competitividade da economia brasileira. Inflação e a falta de reformas são outros problemas para as empresas que atuam no país.
Segundo o relatório, o Brasil caiu oito posições no ranking das economias mais competitivas do mundo e voltou ao nível de 2009. Entre os cinco países do grupo dos Brics, os emergentes, a China, que está em 29º lugar, continua liderando o ranking da competitividade. Depois, vem a África do Sul, que caiu uma posição em está em 53º lugar. O Brasil, em 56º lugar, teve a queda mais brusca entre os emergentes. 
“É como um carro andando com pé no freio. Ele gera um calor desnecessário. Essa é a situação do Brasil. O carro está andando, mas ele está com pé no freio gerando calor e esse calor é perda. E nosso caso, ele é perda de valor agregado pra sociedade, seja de padrão de vida, de riqueza, no presente e no futuro. E isso que nós estamos comprometendo”, diz Carlos Arruda, coordenador do ranking no Brasil da Fundação Dom Cabral.