sexta-feira, 29 de novembro de 2013

BRASIL - MAIOR TAXA DE JUROS DO MUNDO!


Voltamos a ter, a mais alta taxa real do planeta, jogando por terra mais uma promessa fajuta da presidente Dilma Rousseff.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem 27/11/2013 subir a taxa básica de juros do país para 10% ao ano. Foi a sexta alta seguida. Desde março último, a Selic aumentou 2,75 pontos percentuais, uma pancada e tanto.
O Brasil está na contramão do mundo, num momento em que a maioria das economias tem reduzido os juros - como ocorreu recentemente, por exemplo, no Chile, México e Peru. Na média, as 40 principais economias do planeta praticam juro real negativo de 0,6% - apenas 17 países têm taxas positivas.
Analistas de mercado prevêem que a alta da Selic não irá parar aí. Os que mais acertam seus prognósticos estimam que a taxa possa chegar a 11% no ano que vem. Se isso acontecer, Dilma impingirá ao país um juro básico ainda maior do que o herdado do ex-presidente Lula (10,75%).
No início de seu governo, a presidente prometeu que faria a taxa real brasileira baixar a 2% ao ano. Em alguns momentos, até conseguiu: em dezembro do ano passado, chegou a atingir a mínima de 1,39%. Mas, como juro não cai na marra, a retomada das altas da Selic para conter a inflação acabou empurrando o juro real brasileiro novamente para cima.
Agora, a taxa real está em 4,1% anuais, no topo do ranking mundial, segundo levantamento feito sistematicamente pela consultoria Moneyou. A China, que por um tempo liderou a lista, já aparece bem distante no segundo lugar, com 3,1%, seguida pelo Chile, com 2,8%.
O BC está tendo que aumentar os juros para combater uma inflação que se mostra renitente, mas, por causa do constante aumento dos gastos públicos, tem sua missão ainda mais dificultada. Mesmo a alta forte da Selic nos últimos meses não tem conseguido segurar os preços, como mostra hoje o Valor Econômico.
"Quando o Copom começou a subir os juros em abril, o IPCA estimado para o ano estava em 5,68% e para o fim de 2014 em 5,70%, com juro de 8,5% nos dois anos. Na última pesquisa Focus, com o mercado antevendo Selic de 10% neste ano e de 10,50% em 2014, os prognósticos inflacionários eram de 5,82% e 5,92% respectivamente."
Trocando em miúdos: com taxa de juros quase três pontos percentuais mais baixa, a expectativa de inflação era menor do que a atual. Isso significa, por um lado, que a alta da Selic não tem sido suficiente para acalmar a escalada de preços e, por outro, que a gasolina que o governo joga na inflação com o aumento das despesas públicas tem sido muito mais potente.
Além disso, mesmo com as idas e vindas da Selic, o governo petista continuou gastando como poucos países com o pagamento de juros. Na verdade, em todo o mundo, apenas Grécia e Líbano gastam mais do que nós, segundo levantamento feito pelo FMI.
Os juros hoje consomem 4,8% do PIB brasileiro, o que dá algo em torno de R$ 160 bilhões ou o equivalente a seis vezes o orçamento do Bolsa Família. Caíram pouco em relação aos 5,2% do último ano do governo Lula, porque "a administração petista criou novos custos financeiros ao se endividar no mercado para injetar dinheiro nos bancos públicos e elevar a oferta de crédito", conforme analisa hoje a Folha de S.Paulo.
Como todos nós sabemos os impactos do aumento dos juros atinge principalmente aqueles que precisam de recursos, seja para cobrir suas despesas, seja para investir no seu negócio, seja para ampliar a casa, seja para qualquer coisa que se precise de dinheiro emprestado.
Infelizmente quem tem menos é quem mais vai pagar e quem tem mais é quem mais vai ganhar. Juros alto inibe o investimento, freia a economia e tende a gerar desemprego. Infelizmente em nosso final de ano teremos um peru bem salgado.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

PESSIMISMO SOBRE O BRASIL BATE RECORDE, DIZ PESQUISA DA BLOOMBERG


Os investidores nunca foram tão pessimistas em relação às políticas da presidente Dilma Rousseff: apenas 10% dos entrevistados pela Pesquisa Global Bloomberg dizem que o país será capaz de evitar um corte na nota de crédito no próximo ano.
Dos consultados, 51% se dizem pessimistas em relação às políticas de Dilma, em comparação com 22% quando ela tomou posse em janeiro de 2011, segundo pesquisa feita com 750 analistas, investidores e operadores que são assinantes da Bloomberg. O segundo maior mercado emergente do mundo oferecerá uma das piores oportunidades ao longo do próximo ano em relação a EUA, Reino Unido, União Europeia, Japão, Índia, Rússia e China, dizem os consultados.
O governo está se esforçando para reativar a economia porque uma inflação acima da meta e a ampliação do déficit orçamentário vão minando a confiança de investidores e consumidores. Dilma finalizará seu primeiro mandato no ano que vem com a menor expansão do PIB em quatro anos desde 1990, segundo o mais recente boletim Focus do Banco Central. Em junho, a Standard & Poor’s colocou a nota de crédito do Brasil em perspectiva negativa, citando o fraco crescimento.
“A confiança nas políticas de Dilma Rousseff diminui por uma série de razões. A principal delas é, talvez, a dramática desaceleração do crescimento do PIB real ao mesmo tempo em que a inflação permanece elevada”, escreveu o pesquisado James Craske, analista global de ações da Victory Capital Management em Nova York, em um e-mail em resposta a questionamentos. “Estamos underweight (abaixo da média do portfólio) sobre o Brasil no momento e provavelmente permaneceremos assim por algum tempo.”
Contas fiscais
Em 8 de novembro, na semana seguinte àquela em que o Brasil registrou seu pior déficit orçamentário desde 2009, a diretora de gestão da S&P, Regina Nunes, disse que um corte de rating do país poderia ocorrer ainda antes se suas contas fiscais piorassem. A S&P e a Moody’s Investors Service dão à dívida soberana do Brasil o segundo menor grau de investimento, BBB e Baa2 respectivamente.
O crescimento econômico desacelerou de 7,5% em 2010 para 2,7% em 2011 e para 0,9% no ano passado. O PIB aumentará 2,5% neste ano e a taxa deve desacelerar para 2,1% em 2014, conforme a estimativa média dos cerca de cem economistas consultados pelo Banco Central no boletim Focus de 14 de novembro.
Deterioração
A maior economia da América Latina está se deteriorando na opinião de 43% dos entrevistados, segundo a pesquisa feita pela Bloomberg em 19 de novembro, frente a apenas 10% que veem a economia melhorando e 27% que enxergam estabilidade.
O país provavelmente ou certamente será rebaixado nos próximos 12 meses, na opinião de 39% dos clientes da Bloomberg que participaram da pesquisa.
Os responsáveis pela política econômica elevaram a taxa Selic em 2,25 pontos porcentuais desde abril até 9,5%, o maior incremento entre as 49 principais economias do mundo acompanhadas pela Bloomberg. Embora a inflação tenha caído durante quatro meses consecutivos, ela continua acima do ponto médio da meta (4,5%) há três anos.
Apenas 22% dos pesquisados disseram que o Banco Central conseguirá levar a inflação para o centro da meta, ou abaixo disso, nos próximos 12 ou 18 meses. A meta será alcançada nos próximos dois ou três anos, de acordo com 37% dos pesquisados.
O levantamento, realizado pela Selzer Co., empresa de pesquisa de opinião pública com sede em Des Moines, Iowa, tem uma margem de erro de mais ou menos 3,6 pontos porcentuais.


Leia mais em:
http://www.valor.com.br/financas/3346760/pessimismo-sobre-brasil-bate-recorde-diz-pesquisa-da-bloomberg#ixzz2lNM9NQbu

terça-feira, 12 de novembro de 2013

É DE SE PENSAR!!!

12.11.2013

COINCIDÊNCIA DE MAIS É INSISTÊNCIA

Percival Puggina

 
(...)
    Quais são seus alvos no Rio de Janeiro? Lá, os objetivos são o prefeito Eduardo Paes (PMDB) e o governador Sérgio Cabral (PMDB). E em São Paulo? Em São Paulo, o alvo do vandalismo é o governador Geraldo Alckmin (PSDB); o prefeito Fernando Haddad (PT) fica fora dos ataques. Mas no Rio Grande do Sul a situação se inverte. O alvo é o prefeito José Fortunatti (PDT), enquanto o governador Tarso Genro (PT) não suscita o menor interesse à fúria destrutiva dos arruaceiros. E em Brasília, contra quem se voltam os atos de vandalismo. Analogamente, ali temos duas autoridades que poderiam atrair atenção: o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e a presidente Dilma (PT). Ambos, no entanto, são desprezados pelos novos fascistas. Em Brasília eles atacam o Congresso Nacional. Meras coincidências?
          É preciso ser muito bobo para não perceber a quem servem.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

RS MAL NO RANKING DAS ESTRADAS DO SUL


- E o custo Brasil - aqui no Estado é maior!

Mais de 10% dos 8.255 quilômetros de rodovias pavimentadas do Rio Grande do Sul estão em situação ruim ou péssima, segundo a Pesquisa Confederação Nacional do Transporte (CNT) de Rodovias 2013, divulgada na última quinta-feira.
Cantado em prosa e verso, o orgulho dos gaúchos tem poucas razões para se manter, no que se refere à condição das estradas. Apenas 5,3% delas são consideradas ótimas na pesquisa CNT de Rodovias 2013. Em Santa Catarina e no Paraná, o percentual de estradas consideradas em ótima situação é de 22%.
Se somadas as notas Ótimo e Bom, 48,9% das rodovias gaúchas encontram-se nessa situação. Em Santa Catarina, esses conceitos se aplicam a 55,3% das estradas. No Paraná, 62,8% delas foram consideradas boas ou ótimas. As avaliações incluem rodovias estaduais, federais e concedidas.
Ou seja, se levadas em conta as condições ideais, o Rio Grande do Sul apresenta a pior situação rodoviária entre os três Estados do Sul. Já no extremo oposto, o da ruindade, os catarinenses estão pior que os gaúchos (5,8% consideradas péssimas) e paranaenses, também (3,5%).
O Rio Grande do Sul está perdendo para ele mesmo, se comparado com o ano passado. Os índices satisfatórios (Ótimo e Bom) sobre a conservação dos trechos no Estado apresentam piora desde 2010. Nesta edição, do total de 8.255 quilômetros avaliados, 48,9% estão em condições ótimas e boas. No ano passado, o índice era de 58,7%. Desses, 5.525 quilômetros são gerenciados pelo setor público e 2.730 estão vinculados a concessionárias.
Apenas 7,2% das rodovias gaúchas são pavimentadas. É bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
O problema não se limita ao Sul. O dilema da precariedade em rodovias se repete Brasil afora. A pesquisa avaliou mais de 95 mil quilômetros no país, e o retrato é desanimador. Todos os indicadores pioraram em relação a 2012: condições gerais das estradas, problemas na pavimentação, irregularidades na geometria, inexistência de acostamento, sinalização deficiente. Tudo está mais precário do que no ano passado.
E qual o resultado prático disso? Além do óbvio risco de acidentes, rodovias sem conservação prejudicam o ambiente, aponta a pesquisa da CNT. As bem conservadas propiciam uma economia no consumo de combustível de até 5% na comparação com rodovias que apresentam alguma deficiência. Se for considerado o consumo de óleo diesel no Brasil em 2013, com a melhoria das condições do pavimento, seria possível uma economia de 661 milhões de litros (R$ 1,39 bilhão) e uma redução da emissão de 1,77 megatonelada de gás carbônico, principal gás de efeito estufa, calcula a pesquisa feita pela entidade.
Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, os números mostram a necessidade urgente de aumentar os investimentos.
– O governo tem uma dificuldade gerencial. Muitos projetos não saem do papel. Há um excesso de burocracia – disse ele, no lançamento da pesquisa.
E as perspectivas não são animadoras. Andrade ressalta que, em 2013, o total autorizado pelo governo federal para investimentos em rodovias é de R$ 12,7 bilhões. Bem menos que os R$ 18,7 bilhões autorizados no ano passado.
06/11/2013 Zero Hora | p. 4

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

ESTUDO CIENTÍFICO INDICA QUE ONDA SURFADA POR BURKE TINHA ENTRE 32M E 35M



BRASILEIROS ESTÃO ACOSTUMADOS COM MARILINHAS!

http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,estudo-cientifico-indica-que-onda-surfada-por-burle-tinha-entre-32m-e-35m,1092114,0.htm