quarta-feira, 29 de maio de 2013

REDUÇÃO DA POBREZA NO PERÍODO FHC


Redução da pobreza
O Brasil deixou de ter pelo menos nove milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza nos últimos anos. O número absoluto de pobres caiu de cerca de 65 milhões (média de 1990 a 1994) para cerca de 55 milhões (média de 1995 a 2000). Isso se deve ao crescimento da renda domiciliar per capita
A proporção de pobres caiu do patamar médio de 42% da população total, em 1990- 1994, para a média de 33%, em 1995-2000. Isso quer dizer o seguinte: antes, de cada cem pessoas no Brasil, nada menos que 42 eram pobres. Depois, esse número caiu para 33 (confira nos gráficos a seguir).
Houve o mesmo com os indigentes (pessoas em situação de extrema pobreza). A queda foi de 20% da população brasileira para 14%. Trocando em miúdos: antes, em 1990 - 1994, de cada cem pessoas no Brasil, 20 eram indigentes. Depois, em 1995-2000, esse número caiu para 14.
Esses novos patamares, alcançados e mantidos após o real, são ainda muito altos, mas são seguramente os mais baixos índices de pobreza de toda a história do País. O número absoluto médio de indigentes, que, em 1990-1994, era de cerca de 30 milhões, reduziu-se para 23 milhões de pessoas, em média, no período 1995-2000.


A queda da mortalidade infantil apontada pelo Censo 2000 e a melhora dos indicadores de nutrição no País confirmam a redução da pobreza.
Ao contrário do que aconteceu com o Plano Cruzado, em 1986, o alívio da pobreza a partir do Plano Real não foi passageiro, graças a um conjunto consistente de programas

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Luciano