Redução da pobreza
O Brasil deixou de ter pelo menos nove milhões de pessoas vivendo abaixo
da linha de pobreza nos últimos anos. O número absoluto de pobres caiu de cerca
de 65 milhões (média de 1990 a 1994) para cerca de 55 milhões (média de 1995 a
2000). Isso se deve ao crescimento da renda domiciliar per capita
A proporção de pobres caiu do patamar médio de 42% da população total,
em 1990- 1994, para a média de 33%, em 1995-2000. Isso quer dizer o seguinte:
antes, de cada cem pessoas no Brasil, nada menos que 42 eram pobres. Depois,
esse número caiu para 33 (confira nos gráficos a seguir).
Houve o mesmo com os indigentes (pessoas em situação de extrema
pobreza). A queda foi de 20% da população brasileira para 14%. Trocando em
miúdos: antes, em 1990 - 1994, de cada cem pessoas no Brasil, 20 eram
indigentes. Depois, em 1995-2000, esse número caiu para 14.
Esses novos patamares, alcançados e mantidos após o real, são ainda
muito altos, mas são seguramente os mais baixos índices de pobreza de toda a
história do País. O número absoluto médio de indigentes, que, em 1990-1994, era
de cerca de 30 milhões, reduziu-se para 23 milhões de pessoas, em média, no
período 1995-2000.
A queda da mortalidade infantil apontada pelo Censo 2000 e
a melhora dos indicadores de nutrição no País confirmam a redução da pobreza.
Ao contrário do que aconteceu com o Plano
Cruzado, em 1986, o alívio da pobreza a partir do Plano Real não foi
passageiro, graças a um conjunto consistente de programas

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por participar do meu blog.
Att.
Luciano