A CNM promoveu uma pesquisa com 4.773 municípios (85,8%) para saber
qual a situação em que as administrações estão neste momento.
532
municípios declararam estar com os salários atrasados o que
representa 11,1%. A média de atraso é de 1,4 meses.
47,8%
(2.284) indicam estar com atraso no pagamento dos fornecedores
em média de 2,6 meses.
19% (906)
dizem que ainda não conseguiram implantar o Piso Nacional do
Magistério nos quesitos do salário base e da contratação do 1/3
das horas atividades.
80,2%
(3.831) declaram que o impacto do aumento do salário mínimo nas
suas despesas de pessoal, acarreta um maior comprometimento do
percentual da despesa com pessoal em relação a sua receita corrente
líquida.
74,7%
(3.568) indicam que a queda de arrecadação do FPM deve
influenciar negativamente no fechamento de suas contas no final do
exercício.
46%
(2.206) dizem que durante seu mandato tiveram problemas com os
convênios celebrados com a União para a execução de obras e ou
aquisição de equipamentos.
Destes
66% (1.435) indicam que poderão deixar restos a pagar no final
deste exercício por conta do não pagamento por parte da União
destes convênios.
44%
(2.080) declara que deixará restos a pagar a descoberto no final
deste ano em virtude da queda de arrecadação e dos convênios não
pagos pela União.
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Luciano