Toda criança na escola
O Brasil alcançou 97% das crianças de 7 a 14 anos de idade na escola, o
que representou praticamente a universalização do Ensino Fundamental, uma
realização histórica do Governo Federal na área social.
Em 2001, 35,3 milhões de crianças estavam matriculadas em todo o País,
no Ensino fundamental, isto é, 3,3 milhões de matrículas a mais que em 1994 (ou
ainda, 12,7% a mais).
Assim, o Ensino Fundamental foi o primeiro serviço público a atingir
efetivamente o ideal republicano de atender a todos sem distinções.
O analfabetismo recuou a passos largos
Em 1993, havia 11,3% de analfabetos entre as pessoas de 10 a 14 anos de
idade, proporção que caiu para 4,2% em 1999.
Na população com 10 anos de idade ou mais, que inclui os adultos,
verificou-se também a mesma tendência de queda. Em 1993, havia 15,6% de
analfabetos entre brasileiros de 15 anos ou mais, número que caiu para 11,4% em
1999.
Escolas passaram a ter mais crianças pobres e negras
Com mais oportunidades de acesso às escolas, o Brasil passou a romper as
barreiras das desigualdades sociais e raciais no setor educacional. Aumentando
a proporção de crianças pobres e negras
matriculadas no ensino fundamental.
Em 1992, uma em cada quatro crianças pobres estava fora da escola (25%).
Em 1999, essa proporção caiu para 7%.
Quanto à raça, a distância das crianças negras para as brancas diminuiu
de 12 para 4 pontos percentuais. Das crianças pardas para as brancas, a
distância diminuiu de 8 para 2 pontos percentuais.


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Luciano