Quem acompanha o que vimos escrevendo há anos e, especialmente, nos últimos três, sabe que o Estado vem apresentando a cada ano altos déficits em suas contas, que vêm sendo mascarados pelo uso de recursos extras esgotáveis, como destaque para os depósitos judiciais e empréstimos, até para financiar o custeio.
Nesse sentido, temos advertido que o atual governo financiou DESPESAS PERMANENTES COM RECURSOS FINITOS e que os maiores reajustes dos servidores ocorreram no final de 2014, com reflexos nos anos de 2015 e seguintes, quando os referidos recursos extras estariam (como estão) praticamente esgotados. Além disso, foram concedidos reajustes parcelados até novembro de 2018.
Nossa previsão era de um déficit de R$ 5,4 bilhões em 2015, com comportamento crescente, mas sempre estimamos a receita para mais e a despesa para menos.
A matéria da jornalista Rosane de Oliveira, ao falar de um rombo de R$ 7,1 bilhões, apurado por consultoria independente, confirma, ou mais do que isso, vai além de nossa previsão. A seguir a matéria citada.
Nesse sentido, temos advertido que o atual governo financiou DESPESAS PERMANENTES COM RECURSOS FINITOS e que os maiores reajustes dos servidores ocorreram no final de 2014, com reflexos nos anos de 2015 e seguintes, quando os referidos recursos extras estariam (como estão) praticamente esgotados. Além disso, foram concedidos reajustes parcelados até novembro de 2018.
Nossa previsão era de um déficit de R$ 5,4 bilhões em 2015, com comportamento crescente, mas sempre estimamos a receita para mais e a despesa para menos.
A matéria da jornalista Rosane de Oliveira, ao falar de um rombo de R$ 7,1 bilhões, apurado por consultoria independente, confirma, ou mais do que isso, vai além de nossa previsão. A seguir a matéria citada.
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Luciano